sexta-feira, 24 de agosto de 2012


Tecnologias nas escolas


INCLUSÃO DIGITAL

Desenvolver habilidades necessárias ao uso do computador e de programas que possibilitam a elaboração e edição de textos e de apresentações multimídia, a comunicação interpessoal, interatividade, navegação e pesquisa de informações, produção, cooperação e publicação de textos na internet.

Sites avaliados no site www.acessobrasil.org.br




sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Artigo Criado em Aula.


Com as dicas do artigo acima, podemos desenvolver uma pagina que de certa forma será muito mais acessível, para pessoas com algum tipo de necessidade especial, por exemplo, a sintaxe do site deve estar em HTML o que facilita muito para as ferramentas automatizadas de acessibilidade interpretar a pagina, para assim passar um melhor entendimento para o usuário com necessidade especial.
Quando você desenvolver seu site deve-se testar sua pagina em navegadores mais antigos, já que muitos softwares com essa finalidade de acessibilidade não são constantemente atualizados, por falta de interesse dos desenvolvedores dos mesmos, assim se a sua pagina abrir num navegador antigo, com certeza ela ira funcionar melhor ainda num navegador atual, podendo atender a todo o tipo de publico que visitar a sua pagina agradando a todos, você pode também esconder códigos no seu código fonte, já que os programas de acessibilidade usam o código fonte de sua pagina para navegar, com “códigos escondidos” não visíveis para os usuários, mas visíveis para o programa utilizado, pode ler e facilitar mais ainda o uso de seu site, que vai ser cada vez mais aceito entre os leitores dele.
Também deve ser testados softwares de ampliação no seu site, para ver se ele não vai ficar “perdido” se o software do seu usuário, possa se achar mesmo ampliando o texto e imagens, ajudando ele a intender bem o que está na sua pagina.
A parte da escrita torna-se muito importante, a ortografia usada não deve utilizar palavras complicadas e de difícil entendimento, por que a maioria dos softwares de leitura digital são vozes robóticas, e se a palavra for muito complicada pode se tornar de difícil entendimento do usuário, ou até mesmo erros ortográficos, consecutivos podem transformar uma linda frase numa frase inaudível, tornando difícil a interpretação pelo usuário.
Você também pode pedir a ajuda de muitas pessoas para lerem  seu texto e ver se todas conseguem interpretarem ele, isso pode ajudar em muito a você criar uma pagina totalmente acessível a todos os públicos, sejam eles pessoas com necessidades especiais ou não, possam navegar no seu site e entender um pouco da acessibilidade. 

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Computador para Todos


Escola no Ceará é considerada modelo por estrutura que oferece


Os computadores da escola ficam acessíveis até fora do horário de aula. 
Os estudantes não perdem contato com as atividades rurais.


A última reportagem da série sobre a educação no campo apresenta uma escola, no Ceará, considerada modelo. A tecnologia é aliada dos alunos, que, mesmo com esses avanços, não perdem o contato com as atividades rurais.
De longe a Escola Estadual Custódio da Silva Lemos, no município de Cascavel, distrito de Guanacés, região leste do Ceará, se destaca. Ela ocupa uma área de quatro mil metros quadrados e atende mais de 600 alunos que moram nos distritos rurais da região. Os estudantes têm orgulho de mostrar o laboratório.
"A gente passa o conteúdo na sala e eles perguntam logo sobre o laboratório, que é onde vão treinar, se adaptar e ter a prática das ciências", explica a professora Vanessa Balbino.
No Ceará, mais de 10,4 mil estudantes cursam o ensino fundamental e médio em escolas estaduais que ficam na área rural. A escola do município de Cascavel é considerada modelo pela infra-estrutura que oferece. No estado, das 48 escolas rurais, vinte e seis estão bem equipadas para atender aos alunos. Os computadores da sala de informática estão acessíveis até fora do horário das aulas.
"Ás vezes, a gente não têm acesso em casa à internet. E a escola possibilita esse acesso", diz o aluno Lucas Colares.
A biblioteca é equipada com 4,5 mil livros. "Sempre que eu estou com tempo pego um livro. Quando você precisa de uma pesquisa, você não pode ir para internet, você tem os livros aqui que possibilitam isso. Eu acho muito importante", avalia a estudante Jéssica Rabi.
Mas, o conteúdo pedagógico é o que está fazendo a diferença. Um projeto de educação ambiental busca interagir os estudantes com atividades desenvolvidas no campo.
As aulas também são práticas. No contato direto com a natureza, os alunos conhecem diferentes tipos de ecossistemas e as consequências da intervenção do homem no meio ambiente.
O que seria do canavial se fosse manejado com as tradicionais queimadas? "A palha, ao ser queimada, vai matar microorganismos que serão importantes para o oxigênio do solo, para as raízes poderem absorver mais nutrientes. A queima também vai destruir alguns minerais. Então, vai sempre deixando o solo infértil e fraco", explica o professor Clodoaldo Uchoa.
Tudo isso traz auto-estima. Os alunos se sentem preparados para concorrer às vagas das universidades com os estudantes dos centros urbanos.
A estudante Ranieli Cavalcanti aproveitou bem o passeio e voltou com um pouco mais de experiência para o sítio onde mora. "Muita gente tem aquele preconceito em relação à escola rural e diz que é do campo e não pode crescer. Mas, eu não vejo assim exatamente porque eu acredito que eu vivo me atualizando pela internet, livros e jornais. Nossa escola tem uma biblioteca muito boa e eu vivo me atualizando.”
De acordo com um levantamento realizado pelo Inep, Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas, a maioria das escolas rurais das redes estadual e municipal desenvolve projetos que abordam temas agro-ambientais.

O Que Inclusão digital




Inclusão Digital pode ser considerada como democratização das tecnologias. Esse assunto tem sido muito repercutido no Brasil pelas dificuldades encontradas para a implantação.
Incluir uma pessoa digitalmente não apenas "alfabetizá-la" em informática, mas sim fazer com que o conhecimento adquirido por ela sobre a informática seja útil para melhorar seu quadro social. Somente colocar um computador na mão das pessoas ou vendê–lo a um preço menor não é, definitivamente, inclusão digital.

Fonte

Governo Testa Internet Banda Larga "0800" para população mais Pobre.



Brasília – Terá início neste final de semana em São Sebastião, região administrativa com comunidades pobres dentro do Distrito Federal, um projeto piloto das operadoras de telefonia celular Claro, Oi, TIM e Vivo para levar acesso à internet de forma gratuita. A ideia foi proposta pelo Ministério das Comunicações.
O projeto batizado com o nome de Banda Larga 0800 funcionará como os serviços de telefone gratuito (com prefixo 0800), cujas tarifas das ligações não são pagas pelos usuários, mas pelos destinatários, como as empresas que mantém serviços de atendimento ao consumidor (SAC). No caso do projeto, o acesso à internet será pago pelo site em que o usuário faz a conexão.
O projeto piloto envolverá, durante 15 dias, 80 usuários escolhidos pelo governo do Distrito Federal (GDF), entre pessoas que sejam elegíveis de programas sociais e que não tenham hábito de acessar à internet.
Segundo Eduardo Levy, diretor executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil), essa é uma experiência “inédita no mundo” e genuína do Brasil. “Hoje estamos tratando de uma jabuticaba boa”, disse ao se referir à expressão que trata das peculiaridades do país, como o fruto originário do Brasil. “Se tiver o alcance que estamos imaginando, vamos precisar de recursos” frisou Levy.
“Aqui todo mundo gosta de jabuticaba”, respondeu o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo. Segundo ele, a ideia poderá ser aplicada pelo Estado para cumprir a Lei de Acesso à Informação; por bancos (homebanking) e pelo comércio online.
Na atual fase de testes, os usuários terão acesso ao site http://bandalarga.0800.br/ ; onde estão disponíveis informações sobre transporte público, oferta de emprego, programação cultural, concursos públicos e até apostilas (para cursos de língua, literatura brasileira, informática e até história do futebol).
Durante a experiência, o Ministério das Comunicações fará questionário aos usuários para conhecer as dificuldades de navegação e aceitação da tecnologia.